“O design é, sem dúvida, uma das bases de nossa vida relacional. Com o declínio do artesanato, o objeto produzido industrialmente se tornou objeto de uso cotidiano. Do talher ao carro, dos sapatos aos esquis, do móvel ao computador, trata-se sempre de objetos produzidos em série. O design leva em conta o aspecto funcional, mas sempre com um quociente estético. Houve um aumento da esteticização da vida cotidiana pelo design, (…), enquanto em épocas anteriores, o objeto de uso era uma coisa amorfa, sem caraterísticas estéticas… A população é educada artisticamente pelo design, pela arquitetura, pela moda, muito mais do que pela escultura ou pela pintura de vanguarda”.

gillo dorfles, citado por contardo na coluna de hoje, que termina assim: Mas talvez, na popularização dos apetrechos do luxo, também se expresse o desejo de um mundo em que a elegância seria uma maneira gentil e mais humana de ser.



2 Responses to “sobre design, educação, elegância e gentileza”  

  1. 1 laura

    ótimo, na mosca! …o Contardo é foda mesmo

  2. Gillo Dorfles escreveu o melhor livro sobre Kitsch até hoje http://www.amazon.com/Kitsch-world-taste-Gillo-Dorfles/dp/0876631065


Leave a Reply